Revista RTI
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Nota na RTI - conceituada revista de Redes, Telecom e Instalações.
Edição No.94 - Março/2008 - Editorial - Sandra Mogami
Página 06 - Preparando-se para o mundo VoIP
Esta edição da RTI traz como destaque um assunto sobre o qual muito já se falou mas que deixa definitivamente a fase de badalação, do hipe, para se converter num personagem-chave do mercado de telecomunicações; a tecnologia de VoIP, ou voz sobre IP.
O Serviço vem crescendo a uma taxa média de 60% ao ano no Brasil. Até 2012, a previsão é de que alcance uma participação de 4,13% na receita de telefonia local e 11,5 % do faturamento das chamadas de longa distâsncia, segundo um estudo da consultoria Frost & Sullivan. Grande parte da receita obtida com o tráfego IP mundial ainda é proveniente do usuário residencial, que responde por mais de 70% do faturamento - cujo total, em 2006 , foi de US$ 16 bilhões, de acordo com a Infonetics Research, empresa de estudos de mercado. O Skype, o serviço mais conhecido, possui 276 milhões de usuários, conquistados em menos de cinco anos de operação.
Nas empresas, é verdade, a solução VoIP ainda não teve grande adesão, sendo usada somente por cerca de 15%. Mas uma pesquisa feita pela Frost & Sullivan, junto a corporações brasileiras, prevê uma grande mudança e logo; 44% confirmaram seus planos de instalar VoIP no prazo de um a três anos.
O principal fator responsável por esse avanço no segmento corporativo é a crescente percepção de que a tecnologia pode trazer muito mais beneficios do que a mera redução de custos nas chamadas de longa distância. Mais do que simplesmente interligar filiais, o conceito abrangente de telefonia IP abre as portas para diversas e atraentes possibilidades em matéria de comunicação unificada, convergente.
A introdução da VoIP sem fio é outro fator a contribuir para a ampla disseminação da tecnologia nas empresas. Usar ramais sem fio ou aparelhos celulares/WiFi integrados ao sistema IP pode reduzir custos e melhorar a produtividade dos funcionarios. A interoperabilidade entre as diversas aplicações, a comunicação entre diferentes dispositivos e a utilização de um único aparelho que funciona como ramal ou celular fazem com que o usuário esteja sempre conectado e acessível aos clientes independentemente de sua localização.
Como se preparar para esse novo cenário trazido pelo mundo IP . Quais os cuidados no projeto, especificação e implantação dos sistemas. Como evitar fraudes de acesso e invasão de protocolos . Que empresas atuam no mercado e onde localizá-las . As respostas a todas essas questões podem ser encontradas nas páginas desta edição de RTI - que, além de artigos técnicos e entrevistas com diversos fornecedores, traz ainda um guia de fornecedores de produtos VoIP no País.
Sandra Mogami
sm@arandanet.com.br
Página 22 - Siemens inicia fabricação local de telefones IP
A unidade industrial de Curitiba-PR, da Siemens Enterprise, subdivisão do grupo alemão Siemens focada em soluções para empresas de pequeno, médio e grande portes, recebeu aportes de US$ 5 milhões. Segundo o diretor da companhia Baldoino Sens, o objetivo é transformar a planta num pólo exportador de telefones IP para outros países da América Latina. "Cerca de 60% da produção será destinada ao mercado local e os outros 40% atenderão aos demais países latinos", completa o executivo. Até então, os equipamentos eram importados da Alemanha.
Para tanto a fábrica, que terá capacidade para produzir 150 mil dispositivos IP por ano, será modernizada e ganhará novas máquinas. Além disso, serão criados 200 postos de trabalho. Hoje, o local tem uma área construida de 31 mil metros quadrados e produz PABXs IP, TDM e híbridos (IP/TDM), telefones com e sem fio e módulos wireless - utilizados por exemplo no rastreamento de automóveis.
Até o início de 2008, serão fornecidas nove famílias de telefones IP. O modelo OpenStage 20, por exemplo, opera com tecnologia SIP e conta com display gráfico monocromático com duas linhas e viva-voz full duplex. "O produto tem aindaa sete teclas de funções sensíveis ao toque", diz Sens.
Outro destaque é o OptiPoint 500 Standard, com viva-voz full duplex e interface USB 1.1 integrada. A solução também é SIP e é capaz de realizar teleconferências. Hoje os valorres dos terminais variam de R$:500 a R$:1.500 . Porém, com a fabricação local, os preços, de acordo com o diretor, deverão ser reduzidos em até 30%.
Sens diz que a Siemens Enterprise tem um market share de 23,3 % no mercado de telefones IP na América Latina - Apenas no Brasil esse percentual é de 43,2%.
Edição No.94 - Março/2008
Página 84 - Serviço
Está destacado a CPA no segundo ítem, quanto à área de atuação:
Redes Corporativas/Privadas e Telefonia fixa: (C) Consultoria, estudos, diagnósticos - (P) Projeto e especificação - (E) Execução e instalação - (M) Manutenção
Edição No.91 - Dezembro/2007 - VOIP
Página 58 - Telefonia na internet - questões de segurança no Skype
O sistema telefônico legado tem perdido espaço para serviços de voz pela internet, que agora apresentam preços competitivos. O Skype é uma prova disso. Com o uso da arquitetura P2P, o software é comparado a serviços de VoIP que utilizam protocolo SIP, entretanto, antes de aderir a essa nova alternativa, é necessários analisar os problemas oferecidos. A falta de segurança é o maior deles. Métodos como criptografia prometem reduzir as vulnerabilidades do sistema.
A ideia do VoIP é encapsular as transmissões de voz dentro em pacotes IP - protocolo da Internet. Esses pacotes são então enviados sobre a rede IP com comutação de pacotes. Os dois principais benefícios do VoIP são o custo e a melhor utilização da rede. Nenhuma infra-estrutura diferente tem de ser acrescentada para VoIP, que pode utilizar qualquer conexão à internet, de qualquer largura de banda, que esteja disponível. Além disso, a PSTN dedica uma linha de 64 kbit/s para cada conexão, embora isso não seja necessário todo o tempo (pausas na conversa, etc.). Em VoIP, os dados de voz são digitalizados e comprimidos e a largura de banda é alocada dinamicamente.
O VoIP data da década de 70, mas somente nos últimos cinco anos, mais ou menos, é que começou a ganhar uma fatia do mercado mais notória por meio de aplicações como o Skype. Um grande obstáculo para VoIP foi a latência (ou seja, o atraso da transmissão). Hoje em dia, a ADSL e outras conexões à internet de grande velocidade vêm lentamente tornando o VoIP uma alternativa real à PSTN. O VoIP utiliza UDP - Protocolo de Datagrama de usuário. Diferentemente dos segmentos do TCP - protocolo de controle de transmissão, os datagramas UDP são sempre entregues segundo a filosofia de melhor esforço (ou seja, não há garantia de que os pacotes cheguem ao seu destino). Não há qualquer informação sobre os pacotes perdidos. A decisão de usar UDP é intencional, porque as confirmações e pacotes retransmitidos criam sobrecargas. E, além de tudo nas transmissões de voz em tempo real (por exemploconversas telefônicas) não há sentido em retransmitir pacotes perdidos - o dano ja está feito.
Uma chamada telefônica inclui duas fases: estabelecimento da conexão (sinalização) e a conversa em si (dados). Na PSTN, essas duas fases formam dois planos separados. Em VoIP a separação é somente lógica, pois tanto a sinalização quanto os dados são tráfego IP. A separação dos planos de sinalização e de dados aparece nos protocolos da camada de aplicação - diferentes funcionalidades exigem protocolos distintos. A ITU - União internacional de Telecomunicações produziu a recomendação ITU-T H.323 (1) para o fornecimento de um acordo padronizado sobre que protocolos usasr. Há uma solução concorrente da IETF - Força Tarefa de Engenharia da Internet que se chama MGCP - Protocolo de controle de gateway de mídia. O MGCP, como o H.323, baseia-se em outros protocolos para executar seu trabalho. Ultimamente, a IETF e ITU-T têm trabalhado juntas para chegar a um padrão comum, o Protocolo de controle de Gateway. Esse padrão foi originalmente chamado de Megaço pela IETF e de H.248 pela ITU-T; mas, em suas últimas versões, o nome mudou para Protocolo de controle de gateway.
Edição No.91 - Dezembro/2007 - Interface
Paulo Marin
Página 88 - Como é composto um sistema de cabeamento estruturado e qual a função de suas normas ?
A infra-estrutura de cabeamento estruturado de edifícios comerciais é composta pelos seguintes elementos:
Ø Subsistema de cabeamento horizontal;
Ø Subsistema de cabeamento de backbone;
Ø A´rea de trabalho ( cabeamento, encaminhamento e espaços);
Ø Sala de telecomunicações (cabeamento, encaminhamento e espaços);
Ø Sala de equipamentos (cabeamento, encaminhamento e espaços);
Ø Infra-estrutura de entrada (cabeamento, encaminhamento e espaços).
Não menos importantes são os seguintes pontos:
Ø Práticas de instalação (UTP, ScTP, F/STP e fibra ótica);
Ø Administração (documentação);
Ø Testes (procedimentos de certificação)
Estes tópicos também são tratados por normas de cabeamento e outras complementares, como de administração, por exemplo.
Uma breve história de cabeamento estruturado
Durante os anos 80, com a evolução da tecnologia Ethernet, os cabos coaxiais de 50 ohms proliferavam pelos edificios comerciais. Conforme a aceitação da Ethernet aumentava, os principais fabricantes começaram a oferecer placas de interface de rede com saidas modulares RJ-45, no lugar de conectores para cabos coaxiais ou em conjunto com eles. Essa tecnologia de alta velocidade (10Bse-T, que operava a 10 Mbit/s) exigiu o primeiro cabo de par trançado para dados, que foi classificado mais tarde como categoria 3/Classe C UTP, pelos padrões atuais.
Em meados dos anos 80, a IBM desenvolveu o token ring para competir com a Ethernet, especificando um cabo STP de par trançado brindado de 150 ohms de dois pares como opção de meio físico. Entretanto, conforme a aceitação dos cabos UTP para aplicações de redes de dados aumentava, eles foram introduzidos como alternativa ao STP para aplicações token ring de 4 e 16 Mbit/s.
Nesse período, os usuários entraram em contato com várias opções de meios físicos, incluindo UTP, STP, coaxial, twinax, dual coax e fibra óptica. Os conectores utilizados com esses tipos de cabos incluiam modulares, dados universais *UDC), BNC, twinax, DB9, DB15, DB25 e uma variedade de soluções de fibra optica. Quando um novo fornecedor ou sistema entrava no mercado, o cabeamento antigo se tornava obsoleto. Em vez de remover o cabeamento desnecessários, eles eram frequentemente deixados no local e um novo cabeamento era instalado sobre o antigo. Frequentemente os espaços ficavam tão congestionados que novos encaminhamentos precisavam ser construtuidos.
Para suprir a demanda crescente do cabeamento estruturado, varios fabricantes introduziram sistemas que atendiam a aplicações de voz e alguns de dados selecionados. Conforme essa tendência se fortalecia, os usuários ainda se deparavam com uma variedade de marcas. Em alguns casos, havia compatibilidade e em outros não. Essa falta de uniformização levou a industria a estabelecer padrões que permitissem compatibilidade entre os produtos oferecidos por vários fabricantes. Para suprir essa necessidade, em 1985, a EIA e a TIA organizaram comitês técnicos para desenvolver um conjunto uniforme de padrões para sistemas de cabeamento estruturado em edificios comerciais
Edição No.88 - Setembro/2007 - Informações
Página 14 - Intelbras adquire Maxcom
No setor de centrais telefônicas, a Intelbras dispensa apresentações. Segundo o engenheiro de produtos da companhia, Weldel Martins, o market share da empresa no segmento ultrapassa a marca de 70%. Recentemente a Intelbras adquiriu a mineira Maxcom, fabricante de centrais telefônicas e porteiros eletrônicos, com unidade industrial em Santa Rita do Sapucaí. “Com essa aquisição ampliamos nossa atuação no mercado de PABX de pequeno porte “, diz Martins. O valor da compra não foi revelado. De acordo com ele, os produtos manterão o selo da Maxcom. “A partir de agora todas as soluções serão comercializadas pelas revendas da Intelbras”.
Hoje, um dos destaques da Intelbras é a família de centrais telefônicas hibridas (IP/TDM) Impacta. Por enquanto, são dois modelos: Impacta 16, com quatro troncos analógicos e 12 ramais; e Impacta 68, com 30 troncos digitais, seis troncos analógicos e 32 ramais. Os produtos contam ainda com rota de menor custo, um software capaz de direcionar as ligações em curso para a operadora de menor custo. O atual carro-chefe da Intelbras são as centrais digitais. O modelo 95, por exemplo, possui até 45 troncos digitais, uma linha analógica e 48 ramais (analógicos ou digitais). “Temos 66% de participação no setor de PABXs digitais, destaca Martins.
Para solidificar ainda mais sua atuação nesse mercado, a Intelbras estabeleceu também uma parceria com a Anixter, distribuidora de produtos de redes e networking, de são Paulo. A empresa será responsável pela distribuição do portfólio de produtos e suporte pré e pós-vendas.
Com 1000 funcionários, a unidade fabril da Intelbras, conta com 36 mil metros quadrados de área construída e capacidade para produzir até 15 mil centrais telefônicas por mês.
Em 2006, cerca de 10% da produção foi destinada às vendas externas para outros países da América Latina, incluindo Mésico, Peru, Chile e Argentina. O produto mais exportado é o PABX modulare i, um equipamento de pequeno porte com até 4 linhas e 12 ramais.
Edição No.87 - Agosto/2007 - Informações
Página 10 - NEC quer ganhar espaço no mercado corporativo
Expandir sua marca no mercado corporativo oferecendo soluções completas de telecomunicações e tecnologia da informação. Esse é o principal objetivo da NEC Solutions, empresa criada pela NEC Corporation em 2005 para atender companhias de pequeno médio e grande portes, no País. "já estamos bastante estruturados e hoje nos posicionamos como uma integradora de sistemas. Temos PABXs hibridos e IP da própria NEC , além de contarmos com várias parcerias estratégicas com grandes fornecedores mundiais, como a Cisco, por exemplo", diz o diretor da NEC Solutions Brasil, Silvio Maemura .
Hoje o portifólio da empresa inclui uma série de soluções convergentes, como aplicações e serviços multimídia baseados em IP, comunicação de voz, controle de investários e sistemas de gerenciamento de governo eletrônico. "Desenvolvemos o projeto completo e integramos toda a parte de hardware com as aplicações ", explica Maemura.
Um dos destaques é o Track e Tace que engloba sistemas baseados na tecnologia RFID - identificação por radiofrequência para setores da indústria, logística e serviços. "Acreditamos que os mercados de logística e automotivo tém um grande potencial para esse tipo de solução, além de empresas que precisam realizar controle de investários, como data centers, por exemplo", diz o diretor, acrescentando que 50 clientes ja estão utilizando o sistema. Uma outra aposta são os orgãos de administração pública. Para esse segmento a empresa oferece GRP - Govermment Resource Planing, uma ferramenta de gestão e gerenciamento de administração pública municipal composta por 26 módulos. A plataforma já está sendo implantada em 10 prefeituras.
A NEC também trouxe para o País a linha de PABX Topaz . Com até 72 ramais, os produtos podem operar em digital, analógico ou IP e incorporam funcionalidades como correio de voz, atendimento automático e rota econômica de chamadas. Segundo Maemura, a empresa pretende atacar principalmente o segmento financeiro com esses produtos. "As agências bancárias, por exemplo, precisam de sistemas de menor porte". Hoje a NEC conta com 50 parceiros para comercialização de seu portfólio de soluções. "Em projetos grandes a venda é feita pela própria NEC". As soluções de voz, incluindo sistemas de PABXs digitais, analógicos, IP e híbridos, respondem por 50% dos contratos da companhia. O restante fica por conta dos sistemas completos de tecnologia da informação ( 24% ) e redes IP ( 26% ). No ano passado, os contratos da NEC somaram R$:100 milhões. Para 2007, a empresa espera que esse volume aumente 12% .
Edição No.85 - Junho/2007 - Informações
Página 10 - Embratel lança serviços para PMEs
Interessada em conquistar o universo das pequenas e médias empresas, a Embratel apresentou o Embratel PME, um pacote de serviços de telefonia e internet específico para companhias com duas até 10 linhas telefônicas. "Realizamos várias pesquisas e identificamos uma grande oportunidade de negócios nesse mercado, que está muito carente de soluções integradas de telecomunicações", diz o vice-presidente da divisão corporativa da Embratel, Mauricio Vergani.
O Embratel PME inclui uma franquia mensal de R$:340,00, sendo R$:99,00 destinados a serviços de internet e R$:240,00 para ligações locais e de longa distância nacional e internacional para telefones fixos e celulares. "O cliente não vai precisar pagar nenhuma assinatura básica e nem terá um período de carência ou de permanência obrigatória. Dependendo do volume de ligações, é possível obter uma economia de até 40% em relação à oferta da concorrência", acrescenta o executivo. Inicialmente, o produto estará disponível nas cidades de Belo Horizonte, Brasilia, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Santos e São Paulo.
A Internet em alta velocidade, com taxas de transmissão de dados 2 Mbts será fornecida por meio do serviço Net Virtua, da NET, empresa em que a Embratel tem uma participação de 39,9%. "Conforme a aceitação vamos disponibilizar a solução para outras cidades e podemos utilizar a nossa rede de fibra óptica, com mais de 1 milhão de quilômetros de extensão. Também estamos finalizando testes com a tecnologia WImax, que poderá ser uma outra opção de infra-estrutura de banda larga". Vale lembrar que a operadora já arrematou licenças na frequência de 3,5 Ghz no leilão promovido pela Anatel em 2002.
A companhia ainda pretende agregar novos serviços ao pacote ainda este ano. O executivo revela que já estão na mira soluções de PABX virtual, secretária eletrônica e mensagens unificadas. Também haverá opções de Internet com velocidades de 4 e 8 Mbts. O mercado potencial do PME Embratel inclui mais de 500 mil empresas de todo o país. Só a Embratel, de acordo com Vergani, tem mais de 300 mil clientes que podem utilizar a solução.
Página 12 - Philips e 3Com se unem para promover a tecnologia VoIP
A parceria estratégica no segmento de telefonia IP entre a holandesa Philips e a norte-americana 3Com, criada no país em novembro do ano passado, começa a gerar frutos. "Já temos cinco clientes, além de 35 projetos em andamento", comenta José Fuentes, vice-presidente da Philips Business Communications, divisão da companhia focada em comunicação corporativa.
Na verdade, as duas empresas buscam oportunidades num mercado que, de acordo com a consultoria Canalys, até 2010 existirão 41,7 milhões de linhas IP em todo o mundo, quando 67% dos ramais serão IPs. Já na América Latina o setor registrará uma receita superior a US$:120 milhões em 2008, conforme uma pesquisa feita pela consultoria Synergy Research. " Vale dizer que 76% dos produtos VoIP de todo o mundo vão utilizar o protocolo SIP em 2010 ", completa o gerente de vendas da 3Com do Brasil, Gilson Jeronimo.
Página 25 - Notas
Guia de VoIP - A Linksys informa que seus distribuidores no Brasil são a Ingram Micro, Mude, SigmaOne, Techlink e Teeleap. As empresas que se declararam distribuidoras da marca no guia de produtos VoIP (RTI de abril de 2007) são revendas.
Edição No.83 - Abril/2007 - Agenda
3Com lança plataforma aberta de rede - Página 19
Redes seguras e convergentes. Esse tem sido o principal enfoque da 3Com, especializada em soluções convergentes de voz, dados, Wireless e segurança, que apresentou o 3Com Open Services Networking (3Com OSN), uma plataforma aberta que, acoplada a switches ou roteadores da empresa é capaz de fazer a ligação entre a infra-estrutura de rede e serviços (gerenciamento de SLA, segurança, VoIP, otimização de WAN e performance de aplicações). "O equipamento possui simplicidade, baixo custo e facilidade de uso", destaca o engenheiro de sistemas da 3Com, Antônio Mariano.
A 3Com OSN é baseada em Linux para habilitar novas aplicações e garante gerenciamento, provisionamento, segurança e controle via APIs - Interfaces de programação de aplicativos. Atualmente a plataforma está disponível para os roteadores 6040/6080 da 3Com.